salas-tematicas

As Salas Temáticas têm sua origem na Feira de Ciências há treze anos (2002), quando a ex-aluna Adeline Mendes improvisou uma tenda no corredor da escola para apresentar o tema “Você tem medo de quê?”. Devido o sucesso reeditou as tendas temáticas nos anos seguintes. Em 2005, um grupo de alunos articulou o projeto “Salas Temáticas”, com oito alunos por equipe. Deu certo, então se criou uma comissão própria e um dia exclusivo (tarde e noite) para as apresentações, sob a coordenação da ex-aluna e ex-professora de arte, Adeline Mendes.

A professora de Artes, Jaqueline Lima, coordena desde 2010 a comissão deste evento conjugando, agregando ideias e temas relevantes, dando roupagem ao tema “Brasis: Caleidoscópio da Cultura Brasileira”. São oito salas, que ocupam a área física da escola, distribuídas em três equipes de 10 alunos cada. Todas celebram as conquistas das edições anteriores, consolidando-se no calendário das atividades da Expo Cc.

As Salas Temáticas, atualmente, são esperadas com grande ansiedade. É um evento planejado e executado pelos alunos, com apresentações das 15h às 17h e 18h 30min às 21h. A entrada é franca, mas é preciso, aguardar o início de cada sessão. Cada sessão tem duração de 10 a 15 minutos.

Sinopse das Salas Temáticas

Equipe Atlantis

I – EM TERRA DE ESCASSEZ QUEM TEM PÃO E ÁGUA É REI

O pão e a água são o básico para um ser humano sobreviver. Na década de 30 uma seca tomou conta de todo o nordeste. Nela milhares de pessoas morreram por falta do essencial para sobreviver. O trabalho escravo se tornou bastante comum e a vida do sertanejo a cada dia ficava mais sofrida. A segunda fase do modernismo retratou bem o sofrimento de parte da população nordestina. Venha conhecer parte da história de como vivia uma família de retirantes.

II – O DIÁRIO DE MARY RAVENCLAW

Todos nós dependemos de algo para sobreviver, não sobrevivemos só de alimentos mais também de sentimentos: o amor, o ódio, a ingratidão, as lembranças, o mal, o bem, o poder, a ganância e as expectativas. Chorar é vergonhoso, explodir de alegria é constrangedor, amar é perigoso, e  permitindo que nós criamos uma base sólida no qual levamos para o resto da vida.

III – CASTELO RÁ TIM BUM

Bum! Três crianças, um castelo, um bruxinho pra lá de especial num universo mágico, onde as cobras falam e o porteiro é de lata. Nino e seus amigos batem a nossa porta, e com um sorriso brincalhão de crianças nos perguntou: vamos brincar? Vamos! Pra magia acontecer, basta gritar Rá Tim Bum!

 

Equipe Olodum

I – O AUTO DA COMPADECIDA

“Não sei, só sei que foi assim”.

A história se passa numa pequena vila do sertão nordestino, especificamente na igreja, e no céu. Os personagens principais são os inseparáveis João Grilo e Chicó. João, o espertinho que está sempre querendo se dar bem e Chicó, o medroso contador de histórias mirabolantes.

II – A MORENINHA

Uma aposta decidirá o futuro de quatro jovens, que irão passar quinze dias em uma ilha… Será que um novo amor pode mudar a forma de um homem pensar e agir? Ou será que o orgulho falará mais alto? Uma clássica história de amor atormentado por um primeiro amor. Para todos, essa antiga promessa é um grande mistério… Será que ele manterá a sua promessa?

 

Equipe Rio

I – NOSTRA CASA

Temas como a realidade brasileira nas comunidades, como as favelas do Rio de Janeiro e São Paulo, o principal objetivo é mostrar o que acontece nesses locais onde as pessoas de bem vivem ao redor da desigualdade social, saúde precária e a alarmante violência, mostrando de forma bem humorada a crise atual em nosso país.

II – A FLORESTA NEGRA

Na aldeia de Tarhean moravam poucas pessoas, mas era uma aldeia próspera, elas viviam em harmonia. Na aldeia viviam duas famílias. Uma delas os únicos membros era um casal e na outra um casal de idosos, seu filho, esposa e filha. Porém, a aldeia possuía uma antiga lenda de um ser escuro como a noite e com garras e dentes afiados como uma navalha. Os aldeões o chamavam de Nergal. Acreditavam que esse ser raptava as pessoas e as levava para dentro da floresta que ficava ao redor da aldeia. Infelizmente os que entraram nunca voltaram para contar a história. Todos conheciam a floresta como “A floresta negra”. A filha de um casal, chamada Luna fugiu de casa, e não tinha onde procurá-la, pois a aldeia era pequenina. Agora os aldeões tem que fazer uma escolha: deixar a menina ser morta pelo ser conhecido como Nergal, ou entrarem na floresta e arriscarem suas vidas.

III – MEU SERTÃO DAS MARAVILHAS

“Transformo com muito gosto para cordel brasileiro a história de encantamento famosa no mundo inteiro”, pois no  meu sertão tem de tudo, tudo que se possa imaginar… Tem o sol clareando, onde canta o sabiá, tem a vontade nos olhos ou um homem tão sonhador que usa chapéu de palha com humanidade sim sinhô, tem a cangaceira que dança e corta as pernas de quem pensa em fugir. Tem muito mais pra você, basta querer vim… “Se é sonho ou realidade, escute seu coração e venha viajar com a gente neste “Sertão das Maravilhas.”

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